ARARINHAS-AZUIS EM RISCO: INCOMPETÊNCIA, OMISSÃO E A GUERRA DE NARRATIVAS ENTRE IBAMA, ICMBio E A REALIDADE QUE TENTAM ESCONDER

A história contada ao público pelos órgãos ambientais é sempre perfeita: há um “plano”, há “técnicos experientes”, há “gestores altamente capacitados”.

Mas quando se desce do discurso para a realidade, encontra-se algo completamente diferente: recintos sujos, aves doentes misturadas com saudáveis, laudos ignorados e decisões equivocadas que colocam a espécie mais rara do país em risco real.

E, no meio do caos, servidores públicos produzindo conteúdo sensacionalista, distorcido e até com fake news — usando imagens que nem sequer são do Brasil — para enganar a população.

Esta matéria expõe o que o Brasil nunca foi informado com clareza.

 

RECINTOS SUJOS, FEZES ACUMULADAS E AVES DOENTES: O RETRATO REAL DO PROJETO EM CURAÇÁ

A própria coordenadora do ICMBio, Cláudia Sacramento, admitiu publicamente:

  • recintos sem limpeza diária;
  • fezes antigas acumuladas;
  • restos de comida em decomposição;
  • funcionários trabalhando sem EPIs;
  • aves doentes convivendo com aves saudáveis.

Se um criadouro particular mantivesse suas aves assim, seria fechado imediatamente.

Mas como isso ocorre dentro de um projeto oficial, a narrativa muda: “desafio sanitário”, “fase de adaptação”, “processo complexo”.

O nome disso, na prática, é negligência institucional.

 

O SURTO DE CIRCOVÍRUS QUE PARALISOU A REINTRODUÇÃO

O circovírus — mortal para psitacídeos — apareceu justamente no Criadouro Científico oficial.

Essa doença:

  • não tem cura,
  • destrói pena e bico,
  • mata a maioria dos infectados,
  • e permanece no ambiente por anos.

Mesmo assim, o ICMBio manteve aves infectadas convivendo com aves saudáveis, contaminando o plantel.

Resultado: das 20 ararinhas soltas, apenas 11 sobreviveram — e todas foram recapturadas doentes.

 

A ACTP: A ONG QUE CONTROLAVA 90% DAS ARARINHAS DO MUNDO

 ONG alemã ACTP chegou a controlar quase toda a população da espécie.

Mesmo com denúncias internacionais, o governo brasileiro aceitou esse acordo.

Agora, com o surto e a contaminação, o Brasil corre atrás do prejuízo.

 

E A VERDADE QUE O IBAMA E O ICMBIO NÃO CONTAM: A CRIAÇÃO COMERCIAL SALVARIA A ESPÉCIE

Aqui está o ponto mais incômodo para os “ambientaloides” — como muitos chamam os ideólogos que nunca produziram um único filhote, mas se autoproclamam especialistas:

Se tivessem pedido ajuda aos criadouros comerciais, hoje o Brasil teria mais de 1.000 ararinhas-azuis.

Isso não é opinião.

É fato comprovado pelo histórico de múltiplos empreendimentos comerciais que:

  • já reproduziram dezenas de araras-azuis em ambiente doméstico;
  • multiplicam várias espécies que, na natureza, estão “em extinção”;
  • mantêm plantéis saudáveis graças a cuidados técnicos, manejo constante e investimento real.

Essa diferença existe porque extinção ocorre na natureza, não na criação doméstica.

 

POR QUE A NATUREZA PERDE? A TAXA REAL DE SOBREVIVÊNCIA

Na natureza:

A cada 6 nascimentos, apenas 1 chega à vida adulta.

E não por causa de tráfico, como o agente do IBAMA tenta vender em vídeos sensacionalistas, mas sim:

  • desmatamento,
  • pesticidas,
  • queimadas,
  • predadores,
  • tempestades,
  • granizo,
  • ciclos climáticos extremos.

No ambiente doméstico (criadouros legalizados):

  • 90% de sobrevivência real: a cada 10 nascimentos, apenas 1 morre.
  • Em plantéis grandes, com manejo profissional, a taxa sobe para 96%.

Ou seja:

Em ambiente doméstico NÃO existe extinção.

O que existe é multiplicação.

E em escala.

Se essa capacidade técnica tivesse sido usada no programa da ararinha-azul, os resultados seriam dez vezes maiores do que o que o governo conseguiu.

 

ENTRANDO NO ASSUNTO MAIS SÉRIO: O “DR. FAKE NEWS” DO IBAMA

Enquanto o programa oficial afunda em erros, falta de manejo e recintos sujos, um analista ambiental do IBAMA se dedica a atacar criadores e publicar vídeos sensacionalistas com cenas de tráfico que nem são brasileiras.

Sim: fake news explícita.

Ele:

  • publica abates de animais que não são do Brasil;
  • coloca legendas enganosas;
  • manipula a população;
  • tenta criminalizar quem produz milhões de filhotes legalmente;
  • ignora completamente os erros do próprio programa;
  • e tenta culpar “criação doméstica” por extinção que acontece SÓ na natureza.

Esse comportamento não é apenas inadequado.

É antiético, irresponsável e enganoso.

 

QUANDO O SERVIDOR PÚBLICO SE TORNA PARTE DO PROBLEMA

Enquanto ele viraliza vídeos falsos, a realidade das ararinhas é:

  • recintos sujos,
  • fezes antigas,
  • comida podre,
  • vírus mortal circulando,
  • aves doentes confinadas com saudáveis,
  • e mais de 90 animais ameaçados.

Quando um servidor:

  • mente,
  • omite,
  • distorce,
  • e cria narrativas para desviar atenção do que ocorre dentro da própria instituição…

ele não está protegendo a fauna.

Está protegendo a si mesmo.

E está contribuindo para a destruição da espécie que jurou preservar.

 

CONCLUSÃO: SE TIVESSEM OUVIDO A INICIATIVA PRIVADA, A HISTÓRIA SERIA OUTRA

O fracasso da reintrodução não é culpa de vírus, nem de clima, nem de desafios naturais.

É consequência de:

  • decisões técnicas equivocadas;
  • desprezo pela criação comercial;
  • ideologia travestida de política pública;
  • omissão;
  • falta de autocrítica;
  • e servidores produzindo fake news enquanto o plantel se contamina.

A verdade é simples:

Se tivessem trabalhado juntos — criadouros comerciais + ciência séria — hoje a ararinha-azul estaria multiplicada, forte, saudável e numerosa.

Mas o orgulho, a desinformação e a incompetência institucional custaram tempo, vidas e oportunidades.

Essa é a realidade que o Brasil precisa conhecer.

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